Alcácer do Sal recebe Gala Lírica na noite de 10 de junho

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Integrada nas comemorações dos 800 Anos do Município de Alcácer do Sal, a Praça Pedro Nunes recebe na noite de 10 de junho (domingo), pelas 21h30, uma Gala Lírica.

A iniciativa é promovida pela Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba em parceria com a Câmara Municipal de Alcácer do Sal, juntando-se aos músicos da Banda os cantores líricos Carlos Guilherme e Maria João Sousa, que irão interpretar temas como “Ave Maria” (Caccini), “O Mio Babbino Caro” (Giacomo Puccini), “O Sole Mio” (arranjo de Amílcar Morais), “Amar Pelos Dois” (de Luísa Sobral, arranjo de Hugo Morais) e “One Moment In Time” (arranjo de John Riggins).

A Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (também conhecida como Pazôa) foi fundada em 1879 por iniciativa de um grupo de ilustres alcacerenses. Em 1997 iniciou a vertente de Orquestra Juvenil. Paralelamente à Escola de Música, Banda e Orquestra Juvenil, a coletividade tem um Grupo Cénico, uma Escola de Dança com classes de ballet e sevilhanas e leva ainda a cabo diversas atividades culturais e recreativas.

Maria João Sousa é natural de Lisboa e iniciou os seus estudos musicais aos 5 anos na FMAC, onde estudou violino e canto. Mestre em Ensino da Música, é também licenciada em Canto e em Ciências Musicais, tendo também frequentado a licenciatura de Filosofia. Estudou na Suíça e fez vários cursos de aperfeiçoamento de voz e violino e direcionados para a primeira infância. Apresenta-se com regularidade em Portugal, como cantora de recital e oratória, em produções de ópera, festivais e concertos transmitidos em direto para a Antena 2. Em 2018 tem agendados diversos concertos, um dos quais integrado nos Dias da Música do CCB. É docente na Academia de Amadores de Música em Lisboa, leciona na Associação Cultural Cantar Nosso (Golegã), no Lugar da Música (Lisboa) e faz sessões para bebés no Espaço Mousiké (Lisboa).

Carlos Guilherme nasceu em Lourenço Marques (atual Maputo), em Moçambique. Lançou um single pela editora Alfabeta e foi consagrado “Rei da Rádio” de Moçambique, em 1970. Em 1975 venceu o Concurso Internacional de Eisteddfod e veio para Portugal em 1976, tornando-se colaborador no Conservatório Regional do Algarve. Em 1980 tornou-se artista residente do Teatro Nacional de São Carlos e, na sequência da sua estreia em “Macbeth”, desempenhou vários papéis principais. Recebeu o Prémio Tomás Alcaide, em 1984. O seu primeiro álbum, “Canções de Amor”, foi editado em 1990, tendo-se seguido a gravação de muitos outros. Assinale-se ainda a sua colaboração com diversas orquestras sinfónicas e sociedades filarmónicas nacionais e internacionais. Para celebrar os 30 anos de carreira, em 2011 realizou um concerto especial, no Centro Cultural de Belém.

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