Autarcas contra a prospeção de petróleo ao largo da Costa Vicentina

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O consórcio formado pelas petrolíferas ENI (Itália) e GALP (Portugal) deverá avançar com os trabalhos de prospeção de petróleo ao largo da Costa Vicentina no próximo mês de setembro, depois de ter sido dispensado de apresentar uma avaliação de impacto ambiental (AIA) pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

A decisão da APA foi anunciada na quarta-feira, com a instituição a sustentar que, após ter consultado nove entidades públicas, concluiu-se “não existirem impactos negativos significativos” com a operação.

Uma posição reiterada pelo Governo e que já motivou diversas críticas por parte de autarcas e empresários locais e associações ambientalistas.

Os autarcas da Costa Vicentina já se mostraram contra esta decisão da Agência Portuguesa do Ambiente.

Os trabalhos de pesquisa de petróleo ao largo do Costa Vicentina deverão assim decorrer entre os meses de setembro e outubro, durante 46 dias.

A base logística da operação estará montada em Sines.

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