Grândola: Bombeiros combateram incêndio nos Brejos das Ameiras do Incenso

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Os Bombeiros de Grândola combateram ontem à noite, (sábado) um pequeno incêndio florestal na localidade de Brejos das Ameiras do Incenso, freguesia de Santa Margarida da Serra, concelho de Grândola.

O alerta foi dado cerca das 22.30 horas. As chamas consumiram uma pequena área de mato. No combate às chamas estiveram 7 operacionais, apoiados por 2 viaturas.

As autoridades estão a investigar o elevado número de incêndios que tem deflagrado naquele local, até ontem já tinham sido registados quase 30 incêndios, praticamente no mesmo local.

Discussão1 comentário

  1. gilberto rafael

    Hoje 2015/08/30 cerca da 10h50, apos ter saido de casa e ser de longa data vigiado os seus passos, deflagrou por fogo posto na propriedade do epigrafado,sito nos Brejos da Ameira,um incendio que acarretou prejuizos materiais na ordem de € 40. 000,000 (valor estimado) traduzido na queima do equipamento de rega automatico, central bombagem, pomar, como assim a agravante de a vinha cerca de 2 ha secarem por falta de agua gota a gota ( vinha instalada com menos de um ano necessitando de agua para o seu desenvolvimento, como assim os arbustos limitrofes da propriedade e zonas verdes. Perante os 27 autos de noticias da GNR de Grandola logrou-se solicitar ao Ministério Publico, em acto de despero. a abertura das averiguações pelo simples FACTO que as autoridades encontram-se impotentes de prosseguir seja o que for SEM OS ” BONS ” OFICIOS do 3º PODER na determinação do prosseguimento a dar aos 28 autos/ incendios reiterados no mesmo local durante cerca de 45 dias. Sem semelhança ao que sucedeu na Quinta do Conde, não me espanta que um cidadão comum que espera justiça não pratique um acto tresloucado perante um suspeito que pratica os crimes com os residentes da Ameira do Incenso, como assim provocar as autoridades locais.
    Penso que por Grandola nada mais se fará. Ter-se-á que se reportar à Procuradoria Geral da Républica para fazer valer os direitos consagrados constitucionalmente ou recorrer a Bruxelas para que as autoridades nacionais se prezam a garantir a segurança de pessoas e bens.

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