Utentes de Santiago do Cacém querem maternidade no Hospital do Litoral Alentejano
Os utentes do concelho de Santiago do Cacém não querem que haja mais partos em ambulâncias, como tem acontecido nos últimos tempos, e defendem a construção “urgente” de uma maternidade no Hospital do Litoral Alentejano.
A posição foi assumida durante um debate realizado em Santiago do Cacém sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e as maternidades, promovido pela Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do Concelho de Santiago do Cacém, em conjunto com o Núcleo de Santiago do Cacém do Movimento Democrático de Mulheres.
Durante a sessão, os utentes manifestaram-se contra o encerramento das maternidades nos hospitais de São Bernardo, em Setúbal, e de Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, além de contestarem a criação da Maternidade Regional no Hospital Garcia de Horta, em Almada.
“Caso isto viesse a concretizar-se, seria um grande flagelo para as grávidas no Litoral Alentejano”, sublinhando que sempre que essa maternidade regional tenha de estar encerrada “as parturientes terão obrigatoriamente de deslocar-se para a maternidade do Hospital em Cascais”.
Por isso, os utentes de Santiago do Cacém consideram ser “urgente” que o Ministério da Saúde e o Governo avancem com a construção, “de uma vez por todas”, de uma maternidade no Hospital do Litoral Alentejano.
