Presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal visita novo grande investimento agroalimentar

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O presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, Vítor Proença visitou no dia 24 de abril o novo grande investimento agroalimentar do grupo francês Larrère em Monte Novo do Sul.

Acompanhado pela vereadora Ana Soares e pelo fundador e proprietário do projeto, o edil percorreu a propriedade com cerca de 650 hectares, 500 dos quais reservados à produção agrícola de cenouras, couve japonesa, batata-doce, alho-francês e, futuramente, fruta.

Na visita foi valorizado o papel determinante da Câmara Municipal de Alcácer do Sal na concretização deste projeto agroalimentar. Simultaneamente, o presidente da Câmara Municipal, Vítor Proença valorizou a importância deste investimento de 15 milhões de euros que proporciona 15 postos de trabalho de momento e que, daqui a dois anos, podem subir para os 100.

Neste âmbito, o grupo Larrère manifestou abertura para privilegiar a admissão de trabalhadores oriundos do município de Alcácer.

Discussão1 comentário

  1. Um deserto de couves, um deserto de cenouras…. Os nossos representantes políticos e os nossos municípios devem começar a investir em aquisição de conhecimento agrícola sustentável, respeitando a integração dos ecossistemas existentes na região. Estas monoculturas de grandes extensões arransam com ecossistemas autócnes. O alentejo poderia produzir igual ou superiormente em quantidade apostando em industrias agroflorestais. Digam-me, que animais vivem ou podem cruzar uma cultura destas? E que tipo de mão de obra empregam industrias com estas práticas? Durante quanto tempo conseguem suportar mão de obra? Entre o plantar e colher há o tempo. O que fazem estas industrias aos funcionarios durante o tempo de crescimento? Por isso se vê tanta oferta para a apanha disto, apanha daquilo e não contratações a longo termo porque a industria está direcionada para uma monocultura que cresce e matura-se em determinado periodo. Poderíamos plantar e colher o ano todo, grantindo trabalho anual e ecossistemas inteligentes em vez de investirmos na degradação dos nossos terrenos e em mão de obra precária.

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