Região: Cerca de 30 mil utentes sem médico de família no Litoral Alentejano

0

Depois de uma reunião com o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano a Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano considera que o Serviço Nacional de Saúde se encontra deficitário nos cuidados de saúde primários e nos cuidados hospitalares.

Fonte da Coordenadora explicou à Rádio Sines que “a região tem cerca de 30.000 utentes sem Médico de Família, caso não existisse o protocolo do Ministério da Saúde com o Governo de Cuba, o número de utentes sem médico de família atingiria metade da população, cerca de 50.000 utentes”.

Outro problema registado foi que “as obras das futuras extensões de saúde de Alvalade-Sado no concelho de Santiago do Cacém e do Torrão no concelho de Alcácer do Sal, encontram-se a decorrer a um ritmo muito lento”.

As obras nas “extensões de Alcácer do Sal, Saboia e Vila Nova de Milfontes, no Concelho de Odemira e Vila Nova de Santo André, no Concelho de Santiago do Cacém só poderão ser realizadas se existir fundos comunitários”.

Os utentes exigem “a manutenção do Serviço de Urgência Básico de Alcácer do Sal, bem como a colocação de uma Ambulância Suporte Básico de Vida e a reabertura do Serviço de Atendimento Permanente do Centro de Saúde de Grândola, 24 horas”.

Segundo a mesma fonte, “no Hospital do Litoral Alentejano, os problemas são enormes. A tão prometida obra de alargamento do Serviço de Urgência do Hospital do Litoral Alentejano continua adiada, os tempos de espera nas urgências continua a ser de várias horas e o Serviço de Urgência Pediátrica continua a funcionar sem qualquer Pediatra”.

Os representantes dos utentes constataram ainda que “existem enormes listas de espera nas consultas e nas cirurgias nas especialidades de Fisiatria, Gastroenterologia, Oftalmologia e Urologia”.

 

 

Deixar uma resposta

Share This