Região: PS recomenda serenidade ao PSD e que se concentre nas preocupações das pessoas

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A Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista já respondeu às declarações que o Presidente da Distrital de Setúbal do PSD fez, a propósito de uma eventual substituição dos órgãos sociais da Administração dos Portos de Sines e do Algarve, S.A.

Os socialistas consideram que “para além de marcarem um estilo pouco edificante de fazer política, têm apenas por objetivo procurar condicionar a atuação do governo para, proteger toda uma teia de militantes e dirigentes do PSD dos diversos concelhos do distrito de Setúbal que, ao longo dos últimos quatro anos, assumiram funções nas diferentes empresas públicas e órgãos da administração existentes no distrito de Setúbal”.

O PS acrescenta ainda que “a seriedade política obrigaria o dirigente do PSD a lembrar que o presidente do atual conselho de administração da APS já exercia funções de administrador desde 2005, tendo sido designado durante a vigência de um Governo Socialista. E a legitimidade política do referido dirigente do PSD para falar sobre este tema implicaria que primeiro explicasse a substituição de Lídia Sequeira, em 2013, pessoa que reconhecidamente marcou uma enorme transformação no Porto de Sines”.

A realidade dos factos mostra que “o Porto de Sines avançou sempre que o PS esteve no Governo. Avançou nos Governos PS 1995/2002, com o Terminal XXI; avançou com os Governos PS 2005/2011, com a simplificação de procedimentos, através da janela única portuária, e com o aumento, sem precedentes, de toda a carga movimentada no porto, colocando o Porto de Sines como a referência internacional que hoje é” acrescente o PS.

O PS deixa claro que com o PSD no governo “apenas se conhece a paragem dos projetos de acessibilidade rodoviária e ferroviária ao Porto de Sines”.

A Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista “recomenda serenidade ao PSD no momento em que o mandato dos atuais órgãos sociais da APS terminam, de acordo com a lei e com os Estatutos, e que se concentre na preocupação central das pessoas de reposição dos seus rendimentos e de criação de condições para termos mais investimento e, consequentemente, mais riqueza e mais emprego para a região, depois de quatro anos de verdadeiro pesadelo austeritário a que os portugueses foram sujeitos”.

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