Santiago Cacém: Atividades económicas afirmam-se em território heterogéneo

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A terceira etapa da Presidência nas Freguesias 2015 decorreu entre os dias 6 e 8 de maio, na União de Freguesias de Santiago do Cacém, Santa Cruz e São Bartolomeu da Serra.

Três dias de visita com um programa intenso, num território vasto e com realidades distintas, entre o urbano e o rural, onde a força da agropecuária e das atividades económicas em geral adquirem especial preponderância.

“Esta freguesia é o reflexo daquilo que é o próprio município: vasto, com uma área territorial enorme, com uma zona urbana e com freguesias mais rurais”. A analogia chega pela voz do Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, que reafirma a firme oposição da Câmara Municipal a esta nova realidade territorial e administrativa, de há quase dois anos a esta parte. “Nós, como é sabido, fomos contra esta União, e continuamos a ser. Do ponto de vista da gestão municipal, continuamos a tratar esta União como três freguesias, com as suas identidades, seculares até”.

A heterogeneidade do território é outro dos pontos importantes das três freguesias unificadas, que acarreta preocupações e responsabilidades. “Por um lado temos a cidade de Santiago do Cacém, que é um pólo urbano com cerca de sete mil habitantes; e depois temos toda uma área territorial muito vasta, com muitas localidades, que têm infraestruturas públicas, que têm de ser mantidas e que têm de ser requalificadas”.

Álvaro Beijinha congratula-se ainda com o facto de “continuar a haver investimento em Santiago. Continuamos a ver gente empreendedora e que tem dinâmica empresarial”, não obstante haver uma fatia da população da União de Freguesias que trabalha no Complexo Industrial e Portuário de Sines.

A Presidência nas Freguesias 2015 entra esta semana na sua 4.ª etapa, com a visita à freguesia de Santo André. A comitiva terá novamente pela frente um programa intenso, entre os dias 13 e 15 de maio.

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