Santiago do Cacém: A coragem das mulheres no centro das comemorações do Dia Internacional da Mulher

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O filme “Andar em frente” foi o ponto alto da sessão com que o Movimento Democrático de Mulheres assinalou o Dia Internacional da Mulher, dia 3 de março, em Santiago do Cacém.

Na Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca falou-se da força das mulheres que combateram a cancro da mama e da coragem de falarem sobre essa luta.

A emoção acompanhou a projecção do filme “Andar em frente”, um filme realizado por Helena Inverno e Verónica Castro e produzido por Paula Varandas. Moderado por Teresa Alves, do núcleo local do MDM, o debate participado que se lhe seguiu, contou com a presença da produtora e de uma das realizadoras, Helena Inverno.

A música popular, pelo Orfeão da Banda Filarmónica Lira Cercalense, e os 50 anos do Movimento Democrático de Mulheres, na intervenção de Maria Alberto Branco, membro da Direcção Nacional do Movimento, foram outros momentos da iniciativa.

A sessão teve o seu início com as palavras de boas vindas da Presidente da Assembleia Municipal, Paula Lopes, e do Vereador Albano Mestre, a que se seguiu a intervenção do Orfeão da Banda Filarmónica Lira Cercalense, a primeira das três intervenções que viriam a acontecer durante a sessão.

A história dos 50 anos de actividade do MDM, intrinsecamente ligada à luta das mulheres em defesa dos seus direitos que se celebra no Dia Internacional da Mulher, foi a justificação para a intervenção da dirigente do Movimento, centrada na história e características daquela organização de mulheres. O apelo à participação das pessoas presentes para participarem na Manifestação Nacional de Mulheres que irá ter lugar no próximo dia 10 de março concluiu a intervenção.

Depois vieram as paisagens alentejanas e as histórias de mulheres que combateram o cancro e que falaram sobre esse combate, da forma como lidaram com a notícia, do apoio da família, da
relação com a própria imagem, depois da mastectomia e da queda do cabelo. O filme é falado na primeira pessoa, porque quisemos dar a voz às pessoas, explicou Helena Inverno. É um filme da esperança, da força inspiradora para todos nós, referiu.

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