Sines: Galp e ENI começam a explorar petróleo no Alentejo no Verão

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O consórcio que integra a Galp Energia vai avançar no Verão com o primeiro poço exploratório de petróleo na costa alentejana, a cerca de 80 quilómetros de Sines, anunciou o administrador Thore Kristiansen.

No dia em que divulga, em Londres, o plano estratégico para 2016-2020,o responsável pela área de produção e exploração na Galp Energia afirmou que o primeiro poço exploratório, um investimento superior a 100 milhões de dólares, vai avançar no verão.

A italiana Eni detém uma participação maioritária de 70% na parceria com a Galp (30%) para a prospeção de petróleo na costa alentejana, onde detém três concessões, denominadas Lavagante, Santola e Gamba, que abrangem uma área total de aproximadamente 9.100 quilómetros quadrados.

O furo na costa alentejana será o 28.º em alto mar na costa portuguesa e o primeiro em águas profundas.

Segundo adiantou recentemente Franco Conticini, da petrolífera italiana ENI, a operação de perfuração vai decorrer por um período de cerca de 45 dias, durante o qual um navio vai recolher análises para perceber se há viabilidade para continuar a investigar.

Discussão2 comentários

  1. ..é completamente falso e é um disparate dizer que o consórcio vai “explorar” o que quer que seja!!!…isso só acontece porque não sabem traduzir inglês!!!!…a fase em que se encontram neste momento é a de prospecção!!!…só se faz exploração se se encontrar alguma coisa de qualidade e em quantidade suficiente para se explorar… de propósito, ou sem querer não agitem já os “papões” como andaram a fazer no algarve!!!…80 km uma plataforma de furação nem se vê da costa com binóculos!!

    • Depois da prospecção, se der correcto vem a exploração que rende a portugal 42,5 mil euros/ mês, Que é menos do que o Goucha ganha por mês. Se tu achas que todos os riscos associados a exploração por fracking na costa algarvia valem menos que o salário do Goucha devias ver os programas que ele faz. A costa Portuguesa é uma costa com risco de terramotos, e o fracking aumenta exponencialmente o risco de que existam pequenos tremores de terra o que pode desencadear um terramoto. Na melhor das melhores das hipóteses apenas 10% dos químicos utilizados no fracking ficam no subsolo, mas 10% de milhares de litros de químicos nocivos a flora e fauna marítima é demasiado. Os ruídos marinhos afastam diversas espécies do seu ambiente natural e afectam o ciclo do ambiente, para além de serem ouvidos a kilómetros de distância. E todos estes problemas têm consequências e assim as desvantagens vão-se multiplicando até ser absolutamente absurdo apoiar um esquema que não traz variações nos preços dos combustíveis e apenas um salário do Goucha para a economia.

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