Sines: Movimento SIM está preocupado com a forma como foi construído o “pontão da Ribeira de Moinhos”

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O Movimento SIM está preocupado com a forma como foi construído o “pontão da Ribeira de Moinhos” e defende que a A26-1, entre Sines e Vila Nova de Santo André, deve “continuar a ser uma via rápida como sempre foi”.

Segundo um comunicado do SIM, este Movimento questionou a Câmara Municipal, na reunião da Assembleia Municipal realizada a 24 de fevereiro, em Porto Covo, sobre a obra da estrada e pontão da Ribeira de Moinhos, realizada pela Infraestruturas de Portugal.

Em resposta às várias questões colocadas pelos deputados do SIM, sobre “quem é o dono da obra, quem a executou, se existe projeto e quem o fez, porque é que nada foi à reunião de Câmara, nem projeto, nem orçamento, nem licenças das entidades licenciadoras”, o presidente da Câmara Municipal de Sines respondeu segundo o comunicado que “fiquei surpreendido com o inicio e execução da obra” e não respondeu “porque não embargou a obra”.

O Movimento afirmou ainda que “não se analisou a falta de condições e de segurança desta via para vir a suportar um aumento imprevisível de fluxos de trânsito, não se preocupou em defender, e assegurar, que esta estrada deva ser uma via turística enquadrada na paisagem e no Parque da Ribeira de Moinhos”.

O SIM considera também que, “a A26-1 não tem nenhuma justificação para ser classificada como autoestrada e que deveria ser uma via rápida – como sempre foi – mas com rotundas de superfície, com acolhimento de circulação de todo o tipo de viaturas e complementada com uma via ciclável entre Sines e Santo André”.

O Movimento SIM entende que “quem assumiu, ou assumir, estes compromissos e ilegalidades deve ser responsabilizado por isso, tendo em conta a gravidade deste processo e procedimentos e as suas consequências para Sines”.

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