Sines: PCP solidário com a luta dos trabalhadores do consórcio de manutenção da refinaria de Sines

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O Partido Comunista Português anunciou que “está solidário com a luta dos trabalhadores do consórcio de manutenção da refinaria de Sines que ontem estiveram em greve por aumentos salariais e subsídio de refeição iguais para todos os trabalhadores”.

Esta ação de luta é consequência da “não-aceitação, por parte das administrações das diversas empresas que constituem o consórcio de manutenção, das justas revindicações dos trabalhadores”.

O PCP recorda que “as empresas não apresentaram nenhuma proposta em 2016 e apenas aumentaram alguns trabalhadores sem critério e tendo-se comprometido aumentar os restantes trabalhadores o que ainda não aconteceu, havendo trabalhadores que não tiveram qualquer aumento salarial nos últimos 7 anos”.

Para os comunistas, “A forte adesão à greve é a prova do descontentamento dos trabalhadores em relação a esta injustiça”.

O PCP lembra que a luta destes trabalhadores já tem trazido avanços para as suas condições de trabalho. “Foi conseguido o aumento do valor pago pelo trabalho extraordinário, o subsídio de férias e de Natal, o seguro de saúde e a diminuição substancial do número de empresas prestadoras de serviços”.

Para o PCP estes trabalhadores que já estiveram a trabalhar “à hora” e que neste momento têm contratos a prazo, “deviam não estar sujeitos a um contrato de manutenção em condições precárias. Deviam ser trabalhadores da Petrogal, com vínculo efetivo à empresa pois ocupam um posto de trabalho permanente na Refinaria”.

Para o PCP a existência deste contrato de manutenção e os diversos intermediários, “apenas servem para a desresponsabilização da Petrogal e para a perpetuação da precariedade laboral, expressa em baixos salários e falta de direitos para os trabalhadores”.

 

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