Sines: PSD considera “um mau serviço para a região” a substituição da administração da APS

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O presidente da Distrital de Setúbal do PSD, Bruno Vitorino, considera que o Governo está a prestar “um mau serviço à região, ao decidir substituir uma administração competente por boys do PS”, defendendo que a última administração deu, nos últimos anos, “um contributo para que o Porto de Sines fosse um importante motor de desenvolvimento não só para o distrito, como para o país”.

“Esta é uma substituição forçada, ao estilo do quero, posso e mando. Mais uma vez, para o PS, a competência e os resultados não interessam nada. Primeiro estão os boys e os tachos, depois está o país”, acusa.

O social-democrata defende que a administração cessante do porto de Sines apostou fortemente numa estratégia clara de crescimento e investimento, garantido ano após ano um número recorde de movimentação de contentores e, consequentemente, do aumento da importância do porto no panorama europeu e mundial.

“O porto de Sines vai atingir um número recorde de 48,5 milhões de toneladas de carga movimentada este ano, que vai fazer com que passe a terceiro maior porto da Península  Ibérica, à frente de Barcelona”, destaca.

“Para além destes números, importa ainda realçar que esta administração conseguiu ainda atingir uma quota de mercado em Portugal superior a 55%, consolidando a sua posição de referência a nível internacional”, acrescenta Bruno Vitorino.

Atendendo à capacidade demonstrada pelo Porto de Sines para cada vez mais aumentar a movimentação de contentores, o deputado Pedro do Ó Ramos entende que é necessária “uma definição muito concreta, numa matéria que é essencial para o país”.

O deputado do PSD recorda que todos os anos são batidos recordes de movimentação de contentores naquele porto, mas que para que o desenvolvimento possa ser ainda maior é necessário uma de duas coisas, ou o Governo avança com uma nova expansão do Terminal XXI ou avança para a construção do novo terminal Vasco da Gama.

“Até agora o Governo PS só tomou uma decisão em relação ao Porto de Sines. Foi trocar a administração. Em relação ao que é verdadeiramente essencial para o futuro nada fez.”, conclui Pedro do Ó Ramos.

 

 

 

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