Utentes alertam para “situações graves” na Unidade local de Saúde do Litoral Alentejano

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A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano denunciou ontem, em comunicado, uma série de “situações graves” ocorridas nos serviços de saúde da região, que lhe foram comunicadas pelos utentes.

Para Dinis Silva, porta-voz dos utentes, as situações mais graves são “o tempo de espera no Hospital do Litoral Alentejano na especialidade de Oftalmologia ser de 330 dias e na área de Otorrinolaringologia ser mais de 600 dias e o facto de desde julho não se realizarem cirurgias nas especialidades de Ginecologia, Otorrinolaringologia e Urologia”, agravando assim em muito o tempo de espera para as respetivas cirurgias, podendo vir a existir consequências imprevisíveis e graves para os utentes”.

O mesmo responsável acrescentou ainda que “há cerca de dois anos que se agravou a situação na especialidade de Urologia, tendo sido feitas pressões para a contratação de mais um(a) médico(a) a tempo inteiro e até hoje sem resposta”.

Outra situação relatada é o facto de “muitos dos equipamentos avariarem e estarem à cerca de um ano sem reparação ou substituição”.

A recente saída de diversos médicos da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, o facto de a Extensão de Saúde do Canal Caveira não ter cuidados médicos “há cerca de um mês” e a não existência de uma ambulância de Suporte Imediato de Vida em Alcácer do Sal são outras das situações denunciadas pelas Comissões de Utentes do Litoral Alentejano.

 

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