V. N. de Santo André: Obras na Costa de Santo André já estão em marcha

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A “recuperação e proteção de sistemas costeiros em Santo André”, o projeto que vai trazer um “novo rosto” à Costa de Santo André, teve o seu arranque oficial no dia 29 de abril, com uma cerimónia de início da obra que juntou a população, autarquias e responsáveis pelo projeto, bem como entidades e instituições convidadas.

Álvaro Beijinha classifica o momento como “histórico para a Costa de Santo André e para o Município. O Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém sublinha que “a conclusão da obra poderá ser um estímulo para novos investidores. A obra vai ser muito importante do ponto de vista ambiental, do turismo e no domínio da regeneração urbana, pois a Costa vai ficar de cara lavada”.

O Presidente da Junta de Freguesia de Santo André, Jaime Cáceres, congratulou-se com o arranque da obra “numa das praias com maior afluência do Litoral Alentejano. Estas obras podem projetar a freguesia no panorama do Litoral Alentejano”, assegura.

André Matoso, presidente do Conselho de Administração do Polis Litoral Sudoeste, destacou “a facilidade de mobilidade na zona a partir de outubro deste ano, altura em que se prevê a conclusão da obra”, realçando a importância de “conciliar a vertente ambiental sem pôr em causa o usufruto deste espaço”, dizendo mesmo que a Lagoa/Costa de Santo André “é uma das praias mais bonitas que eu conheço”.

Uma das intervenções mais importantes do projeto consiste nos trabalhos de recuperação e valorização ambiental e paisagística, com recurso a plantações no sistema dunar, erradicação de espécies infestantes, colocação de captadores de sedimentos, proteções do sistema dunar e plantações nas áreas adjacentes ao novo estacionamento e construções existentes, com a finalidade de proteger o cordão dunar. Os trabalhos passam também por reordenar os acessos rodoviários e estacionamentos; reordenar os acessos pedonais; garantir o cumprimento dos requisitos para a categoria de praia acessível; criar um percurso de visita ao monumento de homenagem aos 17 pescadores falecidos na tragédia que ocorreu em 1963; criar infraestruturas de apoio à prática balnear; e criar um percurso ambiental pedagógico.

A intervenção, a cargo da Polis Litoral Sudoeste – Sociedade para a Requalificação e Valorização do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, S. A., tem um investimento total de 1 milhão e 56 mil euros, com uma comparticipação da Câmara Municipal de Santiago do Cacém cifrada em 150 mil euros.

Discussão3 comentários

  1. é mas é uma obra de desqualificação da Lagoa de Santo André, agora nem metade dos carros no verão irão permanecer e circular ali naquela prisão feita de estacas e troncos em que toda a gente anda como num rebanho, a liberdade e espaço acabou e quem tem negócios na Lagoa não pode estar nada satisfeito com estes crime.

  2. É mas é uma obra de de desqualificação da Lagoa de Santo André, que agora nem metade dos carros nomeadamente no Verão irão circular e muito menos permanecer na prisão que rouba ao povo a liberdade e espaço é surpreendente como é que obras crime deste tipo são autorizadas e quem vai perder mais ainda é o turismo e os poucos negócios que ainda existem ! ninguém pode estar satisfeito com esse crime público.

  3. Além de ser uma imensa poluição visual que causa impacto ecológico, os veículos andam agora a fazer gincana e com receio de bater nas estacas e troncos pois o caminho possível esta bem mais estreito. Esta obra serve é para afugentar as pessoas de irem à Lagoa de Santo André !

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