Enfermeiros e utentes exigem mais profissionais de saúde no Hospital do Litoral Alentejano

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Duas centenas de pessoas, entre enfermeiros, utentes e autarcas, participaram hoje numa concentração em frente ao Hospital do Litoral Alentejano, no concelho de Santiago do Cacém, para exigir a contratação de mais profissionais de saúde.

Os utentes exigem a contração de uma centena de enfermeiros, duas dezenas de assistentes operacionais e de médicos especialistas, como pediatras, urologistas, ginecologistas, otorrinolaringologistas, de medicina física e reabilitação, cardiologistas, oncologistas e de medicina geral e familiar.

“A saúde é um direito, sem ela nada feito” foi o mote entoado em diversos momentos pelos manifestantes que no final tentaram entregar uma moção e um balão por cada enfermeiro em falta à administração do hospital o que não foi possível.

Na moção, é exigida a “admissão imediata e com vínculo definitivo” de profissionais de saúde e técnicos operacionais.

O documento alerta ainda para o facto de a passagem para 35 horas semanais agravar ainda mais a falta de recursos humanos na unidade hospitalar.

O Conselho de Administração da ULSLA não esteve disponível para prestar declarações.

A ULSLA é composta pelo HLA e pelos centros de saúde dos concelhos de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém e de Sines, no distrito de Setúbal, e Odemira, no distrito de Beja, abrangendo uma população residente de cerca de 100 mil habitantes.

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