O evento, promovido pela Associação Cultural Amigos de Alvalade, com o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia, tem este ano como tema “Da Maleita à Cura” e propõe aos visitantes “descobrir como eram enfrentadas as doenças e a procura da cura, através dos conhecimentos da medicina da época, da botânica, da sabedoria popular e da fé”.

“Mais do que recriar a atribuição do Foral Manuelino a Alvalade, a 20 de setembro de 1510, o Alvalade Medieval afirma-se como um projeto de valorização da memória coletiva, recuperando, em cada edição, diferentes episódios da história e das tradições locais”, sublinha a Câmara de Santiago do Cacém em comunicado.

Nesse âmbito, acrescenta o autarca Bruno Gonçalves Pereira, o município “reforçou este ano o apoio” à realização do evento, reconhecendo “o papel do Alvalade Medieval na valorização do património e na promoção do território”.

Ao longo de três dias, as ruas da vila e do centro histórico de Alvalade “transformam-se para receber el-rei D. Manuel I e o seu séquito”, com mercadores, artesãos, trovadores ou encantadores de serpentes.

O programa inclui ainda duelos de armas a cavalo e de esgrima e representações teatrais, com a participação de centenas de figurantes trajados a rigor.