O atleta impôs o seu favoritismo após desferir um ataque decisivo logo no início da terceira volta, isolando-se na frente da corrida para cruzar a linha de meta sem oposição da concorrência.

A estratégia ousada resultou num pleno histórico de triunfos. Além do primeiro lugar na classificação geral, Rosa garantiu a vitória no seu escalão, arrecadou as metas volantes e o Prémio da Montanha, coroando a exibição com o triunfo coletivo por equipas.

Os dados oficiais da prova espelham o ritmo demolidor imposto pelo corredor ao longo dos 83 quilómetros do percurso.

Apesar do exigente traçado — que acumulou 1200 metros de desnível positivo —, o ciclista manteve uma média impressionante de 41,6 km/h, sustentada por uma potência média de 342 watts, deixando o pelotão sem argumentos para responder à fuga.