O protesto, convocado pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS), está a afetar de forma expressiva os setores da educação, das finanças e da saúde.

A paralisação, que abrange a administração central, regional e local, iniciou-se às 00h00 e prolonga-se até às 23h59 de hoje.

Na base do protesto está um caderno de reivindicações que exige a introdução do Cartão Refeição na Administração Pública, regulado por Acordo Coletivo de Empregador Público (ACEP), com um valor diário isento de imposto de 10,20 euros.

O sindicato reclama também a revisão do Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública (SIADAP), de forma a salvaguardar os pontos acumulados por trabalhadores com contratos a termo ou em situações de mudança de carreira e categoria.

Entre as prioridades do STTS constam ainda a criação de um subsídio de risco para a carreira de Técnico Auxiliar de Saúde, a revisão do Acordo Coletivo aplicável às entidades públicas empresariais e o reforço da contratação de pessoal.