Greve da Administração Pública encerra escolas e serviços de finanças, e adia consultas
Os trabalhadores da administração pública cumprem, esta segunda-feira, uma greve de 24 horas que, pelas 09h00, registava uma taxa de adesão de cerca de 60%. No Litoral Alentejano, os setores mais afetados são a educação, a saúde e as finanças.
O protesto, convocado pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS), está a afetar de forma expressiva os setores da educação, das finanças e da saúde.
A paralisação, que abrange a administração central, regional e local, iniciou-se às 00h00 e prolonga-se até às 23h59 de hoje.
Na base do protesto está um caderno de reivindicações que exige a introdução do Cartão Refeição na Administração Pública, regulado por Acordo Coletivo de Empregador Público (ACEP), com um valor diário isento de imposto de 10,20 euros.
O sindicato reclama também a revisão do Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública (SIADAP), de forma a salvaguardar os pontos acumulados por trabalhadores com contratos a termo ou em situações de mudança de carreira e categoria.
Entre as prioridades do STTS constam ainda a criação de um subsídio de risco para a carreira de Técnico Auxiliar de Saúde, a revisão do Acordo Coletivo aplicável às entidades públicas empresariais e o reforço da contratação de pessoal.
