Obras no Bairro do Pinhal, em Vila Nova de Santo André, custam um milhão de euros

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A requalificação do Bairro do Pinhal, em Vila Nova de Santo André, no concelho de Santiago do Cacém, arranca neste primeiro trimestre do ano, num investimento de um milhão de euros, divulgou o município.

O projeto de requalificação do bairro está integrado no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Santiago do Cacém, que prevê melhorias no espaço público do maior aglomerado populacional do concelho.

Para avançar com a empreitada, no valor de um milhão e cem mil euros e que é financiada por fundos comunitários, o município aguarda o visto do Tribunal de Contas (TdC) e da unidade de gestão do programa Alentejo 2020.

“É uma obra muito importante para Vila Nova de Santo André, que se insere numa estratégia de regeneração urbana e, se tudo correr bem, julgo que nos primeiros três meses deste ano é possível avançar com a empreitada”, adiantou à agência Lusa o presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha.

A obra vai “qualificar a imagem geral do bairro, a nível paisagístico e funcional, tornar o bairro mais amigo dos seus habitantes e visitantes e oferecer melhores condições de habitabilidade a quem lá vive”, reforçou o autarca.

Entre as intervenções previstas contam-se a requalificação das áreas de circulação pedonal, através da repavimentação dos passeios existentes, a reestruturação dos espaços verdes do bairro e a colocação de mobiliário e equipamento urbano para melhorar a utilização e fruição do espaço.

A instalação de dois fogareiros comunitários, com vista à centralização deste tipo de equipamentos, evitando a proliferação de pequenas unidades individuais, a resolução de problemas de drenagem pluvial e o reforço da sinalização vertical e horizontal são outras das intervenções programadas.

A obra do Bairro do Pinhal vai decorrer em simultâneo com a empreitada do Bairro das Flores, uma das maiores empreitadas realizadas pela autarquia, no valor de dois milhões de euros, cuja segunda fase arrancou em outubro do ano passado.

No âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, a autarquia garantiu ainda uma linha de financiamento comunitário que abrange os centros históricos de Santiago do Cacém, Cercal do Alentejo e Alvalade.

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