Santiago do Cacém: Câmara e Junta pressionam Infraestruturas de Portugal para passagem pedonal junto do Bairro da Atalaia

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A Câmara Municipal de Santiago do Cacém e a Junta de Freguesia de Santo André enviaram um ofício à Infraestruturas de Portugal (IP), S.A. reforçando a reivindicação para a execução de uma passagem pedonal (acompanhada por sinalização vertical luminosa) junto ao Bairro da Atalaia, em Vila Nova de Santo André, na ER 261-5, que permita uma ligação segura dos moradores à zona do Mercado Municipal da Cidade.

Recorde-se que no dia 3 de março deste ano teve lugar uma reunião com a IP e com a concessionária, onde tinha já sido reiterado o pedido de realização de duas passadeiras para peões no denominado “lanço F: ER261-5 Sines /Santo Andre”. A reivindicação resultou de um pedido da população da freguesia de Santo André que, através de um abaixo assinado, reclamou a realização de uma passadeira junto ao Bairro Por- do-Sol e outra que servisse o Bairro da Atalaia.

A Câmara Municipal de Santiago do Cacém, a Junta de Freguesia de Santo André e a população congratulam-se com a realização da passadeira que serve o Bairro Pôr-do-Sol, mas não se conformam com a inexistência de uma passadeira para peões junto ao Bairro da Atalaia.

A IP alega questões do ponto de vista técnico para não implementar a passadeira para peões no lanço em questão, algo que Álvaro Beijinha (Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém) e Jaime Cáceres (Presidente da Junta de Freguesia de Santo André) consideram ser “imprescindível, à semelhança da que existia no local antes da concessão da via.

As pessoas continuam e continuarão a utilizar aquele local para fazer o atravessamento da via, sendo assim preferível a implementação de uma passadeira para peões que, conjugada com a sinalização vertical luminosa, garantirá, naturalmente, maior segurança de pessoas que por ali sempre circularam e circulam”.

As autarquias solicitaram à IP que reconsidere a posição assumida, uma vez que a questão colocada “se prende diretamente com a segurança rodoviária, que deverá sempre prevalecer face às questões técnicas”.

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