Sines: 250 trabalhadores do consórcio de manutenção da Refinaria de Sines em risco de despedimento

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Cerca de 250 trabalhadores do consórcio de manutenção da Refinaria de Sines viram os seus postos de trabalho ameaçados, depois de terem recebido das entidades patronais uma carta com a cessação do contrato de trabalho, a partir do mês de fevereiro.

Os trabalhadores estiveram ontem reunidos num plenário á porta da refinaria de Sines e aprovaram por unanimidade “exigir da administração da refinaria de Sines uma resposta em relação ao futuro dos 250 posto de trabalho”. Se a empresa não responder, “os trabalhadores pretendem realizar um novo plenário para definir novas formas de luta em defesa dos postos de trabalho e contra a precariedade”, explicou Pedro Carvalho do sindicato Site-Sul.

Os trabalhadores exigem “o reconhecimento pela Petrogal e pela EFATM que são efetivos e que ocupam postos de trabalho permanentes” e que a Petrogal “termine com a contratação de empresas de trabalho temporário e os integre nos seus quadros” concluiu Pedro Carvalho do sindicato Site-Sul.

Esta situação surgiu depois do consórcio de manutenção da refinaria da Petrogal em Sines, detido por várias empresas como a EFATM, ATM, CMN e AC Services ter rescindido o contrato de manutenção com a empresa petrolífera e comunicado aos trabalhadores o fim do seu contrato de trabalho a partir de 12 de fevereiro.

Decisão que os trabalhadores encaram como despedimentos, pois consideram tratar-se de “postos de trabalho permanentes e necessários todos os dias para o funcionamento da empresa”.

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