Trabalhadores da Petrogal dão início a greve de 5 dias

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Os trabalhadores da Petrogal iniciaram esta segunda-feira uma greve de uma semana, por melhores condições de trabalho e contra a caducidade da contratação colectiva.

A paralisação foi convocada pelo Sindicato da Indústria e Comércio Petrolífero (SICOP) e pela Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Elétricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas (Fiequimetal/CGTP-IN).

Em comunicado, a Fiequimetal afirma que a administração, liderada agora por Paula Amorim, «continua a não apresentar propostas que permitam alcançar um acordo duradouro, com manutenção de direitos e melhoria das condições de vida e de trabalho de todos os trabalhadores».

O pré-aviso de greve tem os seguintes objectivos: parar a ofensiva da administração contra a contratação colectiva e os direitos sociais; melhorar os salários e a distribuição da riqueza produzida pelos trabalhadores; impedir a eliminação de direitos específicos dos trabalhadores de turnos.

Outras reivindicações passam pelo fim da desregulação e do aumento dos horários, incluindo o famigerado «banco de horas», que põe trabalhadores a «trabalhar mais por menos salário», e a defesa dos regimes de reformas, de saúde e outros benefícios sociais.

Na Refinaria de Sines, no Terminal de Sines e no Parque de Sines, a greve realiza-se das 0h de dia 17 às 24h de dia 23 de Dezembro e das 0h de dia 2 às 24h de dia 13 de Janeiro de 2019.

As organizações sindicais acrescentam que foi declarada greve a todo o trabalho suplementar para as 12 horas anteriores e as 12 horas subsequentes a cada período de greve.

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