Visitas à Cripta Arqueológica de Alcácer do Sal batem “máximos históricos”

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As visitas à Cripta Arqueológica do Castelo de Alcácer do Sal (Setúbal), atingiram “máximos históricos” nos primeiros sete meses deste ano, com 6.559 turistas, mais 1.996 face ao período homólogo do ano anterior, revelou hoje a câmara.

O Município de Alcácer do Sal, em comunicado, frisou que as visitas a este espaço arqueológico da cidade cresceram, não só em comparação com os números de 2016 (quando 4.563 pessoas visitaram a cripta), mas também relativamente ao mesmo período dos “quatro anos anteriores”.

O relatório indica ainda que, embora a maioria dos visitantes seja portuguesa, verificou-se “um grande aumento de visitantes estrangeiros” nestes sete meses, num total de 1.463, o que fez ultrapassar, “novamente, os valores” dos anos anteriores.

“Os números não enganam. A procura por Alcácer do Sal é cada vez maior”, tanto por portugueses, como por estrangeiros, “seja na Cripta Arqueológica, seja em qualquer outro dos pontos de interesse do concelho”, congratulou-se o município.

A Cripta Arqueológica, escavada no subsolo do castelo e do antigo Convento de Aracoelli, atualmente transformado em pousada, está aberta ao público desde 2008 e é hoje um dos marcos patrimoniais mais visitados do concelho.

O monumento, explicou a autarquia, “proporciona uma leitura diferenciada de 27 séculos de história que se entrecruzam no mesmo espaço subterrâneo”.

“Nos corredores em forma de claustro subterrâneo encontra-se um conjunto de vitrinas que convida a admirar as peças mais relevantes” dos vários períodos históricos.

No interior, acrescentou, existe ainda “um conjunto de estruturas, muros, pavimentos e silos que espelham a ocupação” do espaço.

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